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	<title>Comentários sobre: Brainfacturing, por Accenda</title>
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		<title>Por: Gustavo Camargo</title>
		<link>http://www.pitaco.com.br/2009/03/19/brainfacturing-por-accenda/comment-page-1/#comment-3</link>
		<dc:creator>Gustavo Camargo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2009 19:26:20 +0000</pubDate>
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		<description>Silvana,

na minha opinião, dois fatores definem se uma atividade pode ser enquadrada como brainfacturing:

Primeiro: modelo de precificação independente do modelo de custo.  No caso da propaganda, a forma com que vendemos o resultado do nosso trabalho não está ligada - ou pelo menos não deveria estar ligada - ao custo direto da mão de obra e das &quot;matérias-primas&quot; que utilizamos.  O modelo de custo é independente do modelo de geração de receita e isso é muito fácil de ser percebido quando, por exemplo, o trabalho envolve veiculação em mídia.

Segundo: perenidade produto.  Isso também acontece na propaganda.  O que produzimos não acaba ao final da prestação de serviço.  Pelo contrário, criamos produtos que, por mais que sejam específicos ou de curta duração útil, ficam para a posteridade e podem ser resgatados depois de muito tempo.

Agora, respondendo objetivamente a sua pergunta: sim!  O que fazemos, na propaganda, é brainfacturing.  E entender isso ajuda a darmos ainda mais valor ao resultado do nosso trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Silvana,</p>
<p>na minha opinião, dois fatores definem se uma atividade pode ser enquadrada como brainfacturing:</p>
<p>Primeiro: modelo de precificação independente do modelo de custo.  No caso da propaganda, a forma com que vendemos o resultado do nosso trabalho não está ligada &#8211; ou pelo menos não deveria estar ligada &#8211; ao custo direto da mão de obra e das &#8220;matérias-primas&#8221; que utilizamos.  O modelo de custo é independente do modelo de geração de receita e isso é muito fácil de ser percebido quando, por exemplo, o trabalho envolve veiculação em mídia.</p>
<p>Segundo: perenidade produto.  Isso também acontece na propaganda.  O que produzimos não acaba ao final da prestação de serviço.  Pelo contrário, criamos produtos que, por mais que sejam específicos ou de curta duração útil, ficam para a posteridade e podem ser resgatados depois de muito tempo.</p>
<p>Agora, respondendo objetivamente a sua pergunta: sim!  O que fazemos, na propaganda, é brainfacturing.  E entender isso ajuda a darmos ainda mais valor ao resultado do nosso trabalho.</p>
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		<title>Por: Silvana</title>
		<link>http://www.pitaco.com.br/2009/03/19/brainfacturing-por-accenda/comment-page-1/#comment-2</link>
		<dc:creator>Silvana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 19:06:05 +0000</pubDate>
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		<description>Muito interessante o texto e agora... mais que um pitaco... uma questão na qual &quot;viajei&quot;durante a leitura. É possível a propaganda, de  modo geral, com todas as suas ferramentas e movimento estratégicos, possa migrar em algum momento do grupo terciário para o quaternário? Ou será que já até estamos fazendo isso?

Gostei muito da proposta geral do grupo. Parabéns!

Silvana Pocay</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante o texto e agora&#8230; mais que um pitaco&#8230; uma questão na qual &#8220;viajei&#8221;durante a leitura. É possível a propaganda, de  modo geral, com todas as suas ferramentas e movimento estratégicos, possa migrar em algum momento do grupo terciário para o quaternário? Ou será que já até estamos fazendo isso?</p>
<p>Gostei muito da proposta geral do grupo. Parabéns!</p>
<p>Silvana Pocay</p>
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