Verba para mídias sociais deve chegar a US$ 1,2 bilhão em 2014
Pesquisa do Instituto Forrester, uma das mais importantes empresas globais de pesquisa sobre tendências de consumo, consultorias, eventos e programas para executivos, revela que o valor investido subirá 34% em cinco anos
O Instituto Forrester publica (leia o original em inglês aqui) pesquisa sobre a previsão de investimentos que as empresas devem fazer em marketing nos próximos cinco anos.
No texto, a vice-presidente Shar VanBoskirk, afirma que o estudo deve ajudar as empresas a planejar as estratégias de marketing nos próximos cinco anos. Neste período, os gastos com pesquisas devem continuar na liderança dos investimentos da área.
Um dado em particular chama a atenção: as mídias sociais (blogs internos e comunidades) são os únicos canais que continuarão a receber investimentos significativos. Apesar da crise econômica, a verba para este segmento deve saltar de US$ 391 milhões em 2009 para mais de US$ 1,2 bilhão em 2014, um crescimento de 34%.
A especialista chama a atenção para outra constatação da pesquisa: a redução do orçamento global destinado à publicidade, com a transferência da verba da mídia tradicional para canais mais baratos, interativos e mais eficazes. “Os profissionais de marketing vão precisar de menos dinheiro para atingir as atuais metas de publicidade”, prevê Shar, que é uma das principais especialistas sobre o modo como as empresas podem alavancar canais de marketing interativo e tecnologias para impulsionar vendas e estreitar o relacionamento com os clientes.
Pitaco do André:
Finalmente as empresas resolveram apostar de vez na internet, um meio extremamente eficaz, barato e instantâneo. Lendo a notícia, lembrei desse vídeo que assisti. As coisas tendem a se popularizar cada vez mais rápido. Aquelas que alcançam esse objetivo com custo baixo e alto apelo popular, vencem.
Pitaco do Wagner:
O estudo revela o caminho sem volta de que as mídias sociais merecem mais que atenção de empresas, executivos, agências de comunicação e profissionais. Quem ficar de fora corre o sério risco de se desplugar do interesse de públicos essenciais para a sua perenidade, como consumidores, acionistas, fornecedores, talentos.






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