Faris Yakob: Latência Cultural

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Em um recente artigo, Faris Yakob discute a relação entre a latência de um produto e sua vida útil. Segundo ele, quanto mais rápido os meios se comunicam, mais rápido um produto alcança o topo das paradas e vira hit. A consequência disso é que logo em seguida outro produto chega e toma a posição do primeiro, fazendo com que o produto inicial saia rapidamente de circulação. Esse processo muda radicalmente como a propaganda deve ser executada, com prazos limitados e uma boa noção de timing. Sendo assim, surgem as dúvidas: essa rapidez na divulgação é boa até que ponto? A agilidade é a grande responsável pela queda na qualidade dos produtos (a música, por exemplo)? Pense a respeito e pitaqueie a vontade!

Faris Yakob é EVP Chief Technology Strategist da McCann Erickson e autor do livro The Age of Conversation.

Veja o artigo no CHMKT, publicado originalmente na revista Fast Company, clicando aqui.

Pitaco do Wagner:
O lançamento de um produto normalmente exige elevados investimentos em pesquisa de mercado. O desafio para garantir sua perenidade, sob o ponto de vista mercadológico, é manter o frescor da novidade em todo o material da campanha. Em uma ação coordenada com imprensa, como fazemos para nossos clientes na Accenda, as mensagens também devem ser alinhadas nos releases, posts, orientação para porta-vozes e entrevistas.
Essa deveria ser a forma de trabalho integrado na comunicação, mas poucas agências oferecem isso.

Pitaco do André:
Interessante o ponto de vista do Wagner. Essa agilidade pode ser algo ruim em alguns casos, mas em diversos outro ela é muito importante. Como o próprio Faris cita, as manifestações mundo afora seriam completamente abafadas se essa agilidade não existisse. Então, no final das contas o saldo torna-se positivo.

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