4º Encontro de Redação Publicitária de Paraty: Pedro Porto
Hoje escrevo para vocês sobre a palestra de Pedro Porto, diretor da Santa Clara Nitro e professor da ESPM. Pedr abordou de maneira muito interessante a relação entre propaganda e consumidor. A palestra foi dividida em três partes, que também utilizarei para organizar melhor o artigo.
Primeira parte: a pessoa enquanto consumidor.
Esta parte teve início com a seguinte pergunta:
- Você gosta de propaganda?
Poucos levantaram a mão.
- Se nem vocês, que são publicitários, gostam, então porque o consumidor iria gostar?
A resposta: relevância. As pessoas gostam daquilo que lhes interessa. Se esse objetivo for alcançado, sua propaganda funcionará. Simples, mas nem sempre levado em consideração pelos criativos.
Segunda parte: o consumidor enquanto pessoa.
Estamos na era do conhecimento. Fato. Mas isso não quer dizer que as pessoas devem ler bilhões de páginas por dia. O legal é realizarmos uma espécie de curadoria – como o próprio Pedro disse – em tudo aquilo que lemos. O importante não é a quantidade de informações, mas sim a qualidade delas. Um exemplo prático: se te oferecerem as 250 melhores músicas de todos os tempos, é provavel que você recuse. Já o top 10 é aceito na hora.
Terceira parte: a pessoa enquanto pessoa.
- Pense na propaganda como você a veria, pois hoje as pessoas são criadoras e consumidoras de suas próprias criações.
- Desaprenda. Tudo aquilo que você viu hoje, amanhã não serve mais. Isso me lembrou a frase escrita na londrina Wieden+Kennedy “Walk in stupid every morning”.
- Veja como exemplo o case “The best job in the world”. Ganhou vários leões porque tinha relevância, era algo que despertava o interesse e a curiosidade das pessoas.
Até o próximo artigo e bons Pitacos!






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