Redes sociais ainda preocupam executivos

Segundo um estudo da Russell Herder and Ethos Business Law, as redes sociais são motivo de alegria e preocupação para os executivos de marketing, RH e gerentes. Primeiro porque as redes são responsáveis por boa parte dos novos modelos de comunicação. A preocupação se dá por conta do uso destas redes no ambiente de trabalho. De acordo com 51% dos entrevistados, isso pode prejudicar o rendimento no trabalho.

Apesar da desconfiança, os número favoráveis continuam alavancando o uso de redes sociais. Veja como:

  • 81% acreditam as redes sociais aproximam o relacionamento
    consumidor/cliente
  • 81% acreditam que elas podem construir uma reputação para a marca
  • 69% sentem que este networking favorece o recrutamento
  • 64% vêem como uma ferramenta favorável ao consumidor
  • 46% pensam que elas podem ser usadas para aumentar a moral
    dos empregados

As redes mais populares entre os entrevistados são:

  • Facebook (80%)
  • Twitter (66%)
  • YouTube (55%)
  • LinkedIn (49%)
  • Blogs (43%)

Voce pode acessar o estudo completo clicando aqui.

Pitaco do Gustavo

A proibição do acesso às redes sociais no ambiente de trabalho, definitivamente, não é o caminho.  Quando elas são bem utilizadas, se transformam em fontes úteis de informação e em uma maneira eficiente de contato com clientes e fornecedores.

O que deve ser uma preocupação para as empresas é o que os seus colaboradores estão falando delas nas redes sociais.  E isso nada tem a ver com acesso.  Tem a ver, sim, com a postura da empresa com relação a seus colaboradores, com sua reputação corporativa e com a forma como a empresa se relaciona com clientes, fornecedores, parceiros e consumidores.

Se a empresa tem uma postura correta, os colaboradores tornam-se advogados da marca.  Desta forma, o que inicialmente parece um problema de perda de produtividade pode se transformar em uma forma eficiente e pouco onerosa de comunicação.


Escrito por

Uma agência de comunicação que não tem preguiça de entender o seu negócio, nem preconceito em fazer o que deve ser feito.
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