Vitaminwater: polêmica no Reino Unido.

Muita coisa anda acontecendo no Reino Unido ultimamente. Depois do anúncio do polêmico Internet Eyes, agora foi a vez do mundo publicitário começar uma nova polêmica.
A Coca-Cola vem enfrentando problemas com um de seus produtos, o Vitaminwater. A campanha foi banida depois que algumas pessoas reclamaram não obter os benefícios propostos nas peças.
Um dos anúncios leva a seguinta frase: “More muscles than brussels” (Mais músculos que Bruxelas). A grande confusão ficou por conta dessa frase. A idéia original era comparar a bebida com o ator Jean Claude Van Damme, que nasceu na cidade belga e é comumente chamado de “Muscles from Brussels” (músculos de Bruxelas). O problema é que a comparação acabou acontecendo com a couve de Bruxelas, vegetal comum no Reino Unido durante o inverno e que possui diversos benefícios à saúde.

Outra reclamação deve-se ao fato de, apesar de ser anunciada como um produto saudável, a Vitaminwater contém altos níveis de açúcar na composição. Frente as estes motivos, a campanha foi retirada do ar na Grã-Bretanha.
A criação foi feita em uma agência house da Coca-Cola na Grã-Bretanha.






A cada dia que passa, a censura está em cima das campanhas, não só nacional quanto internacional. A classe publicitária tem que se unir para conquistar mais direitos, e não só prêmios. O que tem de errado nessa campanha? NADA.
Tanto a comparação com o eterno “dragão branco”, quanto os benefícios da rainha da clorofila, estão de acordo. Contêm açúcar? Ótimo.
Você tem diabetes? Então procure ler o rótulo, ou você bebe algo que não sabe do que é composto.
Por isso, às vezes, sou apaixonado pelo CONAR, outras vezes não. Mas isso é outra história.
Não entendi muit:, musculos, couve flor, van damme, coca cola, vitamin hehehehe
Como que a agência conseguiu criar este conceito? Fico me perguntando.
MATEUS
Realmente, Lucas. É a cultura paternlista do brasileiro alcançando também o Reino Unido, quiçá, o Mundo! rs
De fato, daqui a pouco vamos ter que informar que um lápis tem uma ponta afiada que pode provocar acidentes, é inflamável e que não deve ser ingerido. Tudo isso em um comercial de 30″.
É bem complicada essa transformação da publicidade em educação e dos anúncios em cartilha.
A saída – sem querer ser repetitivo – são as mídias apócrifas, que não possuem identidade, nacionalidade, linguagem, etc. Se tentarem te processar por um video no youtube ou por uma notícia no Twitter vc diz que postou o video quando estava mergulhando no centro do Oceano Pacífico, e escreveu o TT em turismo na LUA.
Mídia democrática é isso aí.