Jornalismo hiperlocal. Os grandes players já olham para isso

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Venho falando, já há algum tempo, sobre o poder da comunicação hiperlocal – aquela que acontece nos bairros, na vizinhança, em pequenas comunidades – e sobre como a web 2.0 dá voz a novos geradores de conteúdo, principalmente no âmbito local.

Mais do que ligar o mundo numa grande teia global, a web aproxima quem já está próximo.  Estreita laços e intensifica a comunicação de pessoas que já se conhecem, ou que convivem em uma mesma região geográfica.  A web permite a criação de novos espaços de discussão dos assuntos locais, sem mediadores.

As pessoas se interessam muito mais pelo que acontece na sua esquina do que por algo que acontece do outro lado do mundo.  Isso é fato.  Um bom exemplo foi a repercussão, no twitter, do caos no trânsito de São Paulo, ontem pela manhã, causado pela chuva.  Foi possível acompanhar a situação em tempo real, só pelos comentários das pessoas que moram em São Paulo e que contavam suas próprias aventuras (paradas) no trânsito da cidade.

Mas vamos voltar ao assunto do post…  Jornalismo hiperlocal é uma realidade e alguns sites, principalmente nos EUA, funcionam como concentradores de conteúdos locais.  Pelo mapa, você busca sua rua ou bairro e o sistema apresenta a você as notícias relacionadas, sejam elas publicadas por veículos de comunicação de grande porte, veículos locais ou até por blogueiros que moram na região.

Pois então, um dos principais concentradores de conteúdo local, o Outside.in, fundado por Steven Johnson, recebeu ontem uma segunda rodada de aporte, num montante total de US$ 7 milhões.  Até ai, tudo normal.  Mais uma sturtup americana recebendo investimento.

O principal da notícia não é a grana, mas quem está colocando dinheiro no projeto.  A Time Warner Inc., pela sua subsidiária CNN, é uma das empresas que participam do investimento.

Isso mostra que os grandes conglomerados de mídia estão de olho na produção de conteúdo hiperlocal.  E a explicação do VP Sênior da CNN.com, KC Estenson, deixa bem claro o que motivou o investimento: “Nós pensamos este investimento como uma oportunidade de ampliarmos nossa cobertura internacional, nacional, regional e municipal, com uma cobertura também no nível da vizinhança”.

Além da CNN, outros grandes veículos americanos utilizam o Outside.in para localizar suas notícias, entre eles o Chicago Tribune e alguns veículos da News Corp, como por exemplo, o New York Post.

A notícia sobre o investimento da CNN no Outside.in, publicada no The Wall Street Journal, pode ser acessada aqui.  Para você que não conhece, vale entrar no Outside.in para conhecer este conceito de hub de conteúdo local.  Mais sobre o assunto, acesse aqui e aqui.

Audiência de TV ladeira abaixo

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O assunto de hoje do Pitaco na CBN é a queda bastante representativa da audiência de TV, quando comparamos os anos de 2000 e 2009.

 
 Pitaco na CBN #32 [1:14m]: Play Now | Play in Popup | Download

São 7 pontos percentuais no horário nobre.  Praticamente as audiências de SBT e Band somadas.

Não há dúvidas de que a TV ainda é a grande mídia de massa e tem importância estratégica em qualquer plano de comunicação.  É assim e vai continuar sendo.

Só que agora, tem que dividir um pouco do espaço com outras mídias, principalmente a internet.  E mais, vai ter que aprender com a web como se relacionar com este novo consumidor de mídia que não é mais um mero espectador.  Ele que participar, não de forma marginal, como acontece nos reality shows, com a votação dos eliminados.

O novo consumidor de mídia quer agir como colaborador e produtor de conteúdo.  Esta é a grande mágica da web 2.0.  E nós, pessoas comuns, definitivamente, estamos fascinados com esta possibilidade.

Este é o meu pitaco.  Deixe o seu nos comentários deste post.

CATEGORIAS Mídia 2.0, Pesquisa

Planejamento 365 dias

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O fim da utopia da Comunicação 360 graus.  Este é o tema do Pitaco na CBN de hoje.

 
 Pitaco na CBN #29 [1:14m]: Play Now | Play in Popup | Download

Em um mundo onde tudo muda, numa velocidade quase infinita, e onde é impossível estar em todas as mídias, qual deve ser a premissa básica do planejamento de comunicação?

O meu pitaco você ouviu no podcast.  Deixe o seu nos comentários.

CATEGORIAS Marketing, Mídia 2.0

Tipografia 2.0

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O Blink 182 está há um tempo já meio sumido. Mas os caras tem um vídeo que é, simplesmente, genial. Sacaram qual a tendência do seu público-alvo na mosca e a execução não poderia ser melhor.

Basbaquem-se:

Pitaco Entrevista: Daniel Topel – NetMovies

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“Mesmo que o site seja gratuito pode haver um custo escondido na dificuldade da interação do usuário.” Daniel Topel

O Pitaco estréia essa semana uma série de entrevistas com empresas que se destacam no uso de redes sociais, em especial o Twitter. O primeiro entrevistado é Daniel Topel, CIO e criador da NetMovies, locadora de filmes online fundada em 2004.

Pitaco: Notadamente, a NetMovies tem uma estratégia inovadora em um mercado bastante tradicional (locação de filmes) e, de certo modo, em declínio, nos padrões atuais. Como vocês vêem este mercado nos próximos anos?

Daniel: Consideramos que o nosso mercado é o do “entretenimento em casa”. Nosso viés de atuação nesse segmento é a locação de filmes. Atualmente disponibilizamos filmes nos formatos de DVD, discos Blu-ray e distribuição digital via streaming. Olhando dessa forma é improvável que alguém possa dizer que nosso mercado está em declínio, ao contrário. É crescente o número de pessoas que buscam alternativas de diversão em casa por razões que vão desde uma maior segurança por não ter de sair a noite nos grandes centros até fatores econômicos, como demonstrou o aumento do preço da ação da NetFlix durante a crise financeira recente. Acreditamos que o mercado de entretenimento continuará em forte expansão e filmes parecem ser uma forma de diversão muito enraizada na nossa cultura. A forma de entrega importa pouco. Hoje streaming, DVDs e Blu-rays. Amanhã qualquer outro suporte que ganhar espaço no mercado.

Pitaco: Hoje fala-se muito em presença web e, no caso da NetMovies, basicamente todo o contato com o consumidor final é feito pela Internet. Quais devem ser, na sua opinião, as principais preocupações de uma empresa ao estabelecer sua presença na web?

Daniel: Acreditamos que o caminho percorrido pelo usuário até a obtenção final do valor que ele procura dentro de um site é um grande fator a ser considerado. A interação com o usuário precisa ser simples, rápida e agradável. No final das contas, é tudo uma questão do equilíbrio entre o que é entregue pelo site como valor e o que “custa” para o usuário chegar até esse valor. Mesmo que o site seja gratuito pode haver um custo escondido na dificuldade da interação do usuário. Esse é um fenômeno interessante das ofertas na Internet: às vezes uma redução abrupta do preço não ocasiona um grande aumento no volume de vendas. Um dos fatores pode ser a falta de clareza ou qualquer outro ponto relacionado com a interação com o usuário.

Pitaco: Qual o principal objetivo da NetMovies ao usar o Twitter e qual a importância das redes sociais na estratégia de comunicação e de negócios da sua empresa?

Daniel: Atualmente as redes sociais são o canal mais direto que temos com nosso público e certamente não podem ser esquecidas. Atualmente, o twitter tem sido uma ferramenta extremamente eficaz na disseminação de conteúdo relevante ao nosso negócio (cinema), além de relacionamento direto com nossos assinantes e usuários interessados no serviço.Os assinantes sentem-se mais próximos da empresa e muito valorizados ao terem suas dúvidas e queixas respondidas diretamente através das redes sociais. Ganhamos muitos pontos com nossos assinantes ao prestar um atendimento personalizado.

Pitaco: Vocês estão presentes em outras redes sociais além do Twitter?

Daniel: Atualmente estamos presentes em todas as redes sociais de maior penetração na internet brasileira: twitter, orkut, facebook e MySpace. Nos dois primeiros temos uma presença mais ativa principalmente porque são nelas que se concentram o grande público ativo em redes sociais aqui no Brasil. Além disso acompanhamos blogs e fóruns de discussão buscando estar sempre próximos e a par das opiniões dos assinantes e usuários sobre o nosso serviço e sobre o mercado.

Pitaco: O que vocês acham que existe de diferente no Twitter em relação a outras redes sociais? Vocês consideram o microblog a melhor ferramenta de divulgação de notícias e informações na rede?

Daniel: O Twitter é dinâmico, rápido e consegue ao mesmo tempo ser pessoal. Ele acompanha o ritmo de vida da maior parte dos internautas e, consequentemente, dos nossos assinantes. Pelo Twitter conseguimos disseminar conteúdo de maneira rápida e para quem quer recebê-lo, não sendo invasivo. Já para o internauta, o twitter, além de fonte de conteúdo, consegue aproximá-lo das empresas, dos seus ídolos, dos formadores de opinião.

Pitaco: Métricas são o grande diferencial da internet como mídia. Há, no Twitter, um bom percentual de conversão de visitas para o site da NetMovies? Este novo fluxo de visitas já pode ser percebido nas vendas?

Daniel: É evidente que um ID tão bem sucedido quanto o nosso no Twitter acaba gerando um aumento grande no número de visitas no web site. Não fosse por nenhuma outra razão seria porque boa parte dos tweets que postamos contém links para pontos de interesse do site. Uma boa proporção dos seguidores, por sua vez, clica nesses links. Como o site tem lá sua taxa de conversão de visitantes em clientes pagantes então é fácil perceber que as vendas também crescem à partir do sucesso no ID no twitter.

Pitaco: O Twitter é uma ferramenta que permite uma interação mais próxima e online entre empresa e usuários. Como vocês estabelecem esta interação com seus seguidores?

Daniel: A interação ocorre de duas formas principais: oferecendo conteúdo relevante sobre cinema e recebendo dúvidas, sugestões e comentários dos internautas sobre nosso serviço. Todas as mensagens enviadas para nós são respondidas individualmente. No caso de questões mais específicas as dúvidas são direcionadas ao nosso atendimento. Realizamos também promoções nas quais clientes NetMovies e não clientes podem participar.

Pitaco: Na dinâmica de seguidos e seguidores, há um critério que determina quem será seguido pela NetMovies?

Daniel: Procuramos seguir um público aderente ao nosso target: homens e mulheres de 25 a 45 anos, principalmente os residentes em nossas praças de atuação que já somam mais de 90 municípios nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.

Pitaco: Em que medida vocês acreditam que uma ferramenta como o Twitter pode interferir na reputação e na imagem da marca perante o consumidor/usuário?

Daniel: Redes sociais como o Twitter tem um poder viral muito grande. As empresas têm que planejar a estratégia de interação com essas redes sociais além de manter uma equipe dedicada a monitorar o comportamento dos usuários acerca da empresa, bem como atender eventuais solicitações, dúvidas.

Pitaco: Qual o impacto atual e futuro das redes sociais na estratégia de comunicação de uma empresa como a NetMovies?

Daniel: A NetMovies é uma empresa online, jovem, moderna e inovadora. Atualmente nossa principal estratégia de  mídia consiste em firmar cada vez mais nossa presença junto às redes sociais, blogs e veículos online. Não só para empresas com nosso perfil como para as demais, a internet e suas ferramentas são o futuro da comunicação, uma aproximação com os consumidores e uma poderosa ferramenta de pesquisa e mensuração.

Pitaco: A NetMovies tem algum profissional de comunicação especialmente focado em redes sociais para falar com seu público ou essa função não tem uma pessoa definida?

Daniel: Sim. Temos uma equipe focada em redes sociais responsável pelas postagens de conteúdo no twitter, relacionamento com os usuários, criação e acompanhamento de promoções e estudo de comportamento dos usuários.

Pitaco na CBN #24: Hábitos de consumo de mídia do brasileiro

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O Pitaco na CBN de hoje fala sobre a pesquisa ConectMídia, feita pelo Ibope, que apresentou dados sobre os hábitos de consumo de mídia dos brasileiros nesta era da comunicação 2.0.

 
 Pitaco na CBN #24 [1:23m]: Play Now | Play in Popup | Download

A pesquisa mostra dados bastante interessantes. Vale a pena lê-la com bastante atenção. Para acessar o conteúdo completo, clique aqui.

CATEGORIAS Mídia 2.0, Pesquisa

Integração LinkedIn-Twitter disponível para todos os usuários

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Boa notícia para quem tuita e usa a rede social profissional LinkedIn.

A integração entre as duas redes já está disponível para todos os usuários do LinkedIn e funciona de modo muito parecido a outras integrações do Twitter como, por exemplo, com o Facebook.

Para iniciar a integração é muito simples.  Basta ir à página de edição do seu perfil no LinkedIn e registrar seu usuário e senha do Twitter.

A seguir, a entrevista de Biz Stone (Twitter) e Reid Hoffman (LindekIn) sobre a integração entre as ferramentas.

CATEGORIAS Mídia 2.0

Pitaco na CBN #23: a saga Uniban continua

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O Pitaco na CBN de hoje, como não poderia deixar de ser, fala do caso Uniban.  Mas ele nem foi ao ar e já é notícia velha.

 
 Standard Podcast [1:16m]: Play Now | Play in Popup | Download

Quando este programa gravado ontem, segunda-feira, for ao ar às 9h50 de hoje, todos os ouvintes já estarão sabendo a respeito da volta atrás da universidade, que reintegrou Geysa Arruda a seu corpo discente.

A seguir, a nota do reitor da Uniban com a decisão:

“O Reitor da Universidade Bandeirante – UNIBAN BRASIL, de acordo com o artigo 17, incisos IX e XI, de seu Regimento Interno, revoga a decisão do Conselho Universitário (CONSU) proferida no último dia 6 sobre o episódio do dia 22 de outubro, em seu campus em São Bernardo do Campo. Com isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão”.

Universidade Bandeirante – UNIBAN BRASIL

Do ponto de vista de comunicação, representa o reconhecimento de que a ação precipitada da universidade, de expulsar a aluna, foi totalmente equivocada e deve diminuir bastante a tensão e a repercussão desta história, que já gerou danos irreversíveis à marca.

Agora, o preço que a Uniban pagará por esta decisão, também muito precipitada, é extremamente alta, só que agora do ponto de vista acadêmico.

Com esta decisão, o reitor, unilateralmente, revoga uma decisão do CONSU – Conselho Universitário, que deveria ser o órgão representativo máximo de uma instituição universitária.

Fica, neste novo capítulo do caso Uniban, a marca que caracteriza todos os seus episódios: o autoritarismo.

Uma pena, porque quem perde com isso não é apenas a Uniban, mas todo o sistema de ensino universitário, cujo espírito vem se perdendo, ano a ano, com a entrada no mercado de instituições que apenas ostentam, em seus nomes, o título de Universidade, mas não cultivam dentro de si os princípios que este título representa.

Comunicação 2.0: como não fazer

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São exatamente 22:25 e acabei de fazer uma busca por Uniban no Twitter.  Há aproximadamente uns 30 minutos acabou a reportagem, no Fantástico, sobre a expulsão da aluna de Turismo da Uniban, que protagonizou o episódio de violência coletiva na universidade no último dia 22 de outubro.

O fato das imagens caírem na rede e ganharem repercussão, assim como a irracionalidade inexplicável dos alunos que tentaram agredir a garota, não está sob o controle da instituição de ensino.  A possibilidade de uma pessoa gerar qualquer tipo de conteúdo e publicá-lo, catalisa o poder que todos nós temos de afetar a reputação de uma empresa ou produto, mesmo que não queiramos isso.  Tenho certeza que não passou pela cabeça da maioria das pessoas que postaram estes vídeos que suas atitudes estariam, de alguma forma, prejudicando a imagem da Uniban.

Mas quanto a isso, nada se pode fazer e, na minha opinião, este é o menor dos problemas.  O grande problema – e este sim, está sob o controle das empresas – é a repercussão daquilo que elas, como instituições, fazem.  A repercussão de suas ações e decisões.

E, neste caso, a Uniban dá uma aula categórica e bastante didática de como não agir.  Além da arbitrariedade e da inversão de valores na aplicação da pena de expulsão para a aluna e de suspensão para os agressores, a direção da universidade mostrou que realmente não entende o fenômeno do qual foi, de algum modo, vítima.

Não se pode mais pensar como há 20 anos, onde um fato acontecia, era noticiado pontualmente e dois ou três dias depois era totalmente esquecido.  Hoje, as notícias reverberam e, principalmente, as pessoas dão sua opinião, o que gera mais repercussão. Um juízo de valor coletivo é construído a revelia da marca tendo como base, fundamentalmente,  suas atitudes.

Só para se ter uma idéia do que estou falando, agora são 22h45. Passados 20 minutos do search, foram postados 972 tuites sobre o tema, a maioria esmagadora deles depreciativos ou com severas críticas à instituição.

Search por Uniban no Twitter

No Google, ao fazer uma busca por Uniban, a matéria sobre a expulsão da aluna já é o terceiro link.  O que isso quer dizer?  Que todo mundo que quiser saber algo a respeito da universidade – um potencial aluno, por exemplo – vai ficar sabendo desta expulsão.

Resultado da busca por Uniban

Sem falar nas reações mais contundentes como a alteração do verbete Uniban, no Wikipedia.

Verbete alterado na Wikipedia

e as sátiras, já publicadas em alguns sites, que fazem críticas contumazes à expusão da aluna:

Infelizmente para a Uniban, não consegui encontrar nenhuma referência que faça uma análise ou comentário positivo sobre a atitude da universidade.

Este episódio é uma prova cabal da necessidade urgente de uma mudança de postura da maiorida das empresas: ao tomar qualquer tipo de decisão é fundamental que se leve em conta o seu impacto a opinião das pessoas.  Nesta teia de comunicação coletiva em que vivemos, as opiniões são armas poderosas e as empresas devem tomar muito cuidado para que estas armas não sejam apontados contra elas.

Como Medir ROI Em Mídias Sociais

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O site Mashable publicou hoje uma apresentação de slides feita por Olivier Blanchard que ensina de forma bem humorada o que é ROI e como usar essa métrica em mídias sociais. Se você não está familiarizado com o tema, ROI é a sigla para Return On Investment, que significa o valor real que seu investimento teve como retorno. Quando maior o ROI, melhor é sua estratégia de comunicação.

Veja a apresentação, em inglês, abaixo.

CATEGORIAS Advertising, Mídia 2.0