O Impacto Das Redes Sociais

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As redes sociais e a interação das pessoas com marcas e outras pessoas é o assunto do momento. Discutido em congressos e seminários em todo o mundo, além de livros e estudos lançados diariamente na tentativa de entender melhor esse grande movimento nos dão uma noção de como esse é um caminho certo para o futuro da comunicação global.

O documentário abaixo chama-se “Us Now” e fala um pouco sobre o poder da colaboração em massa. O site oficial contendo várias informações é este aqui.

Abaixo você confere a versão legendada em português.

Via MeLinka.

CATEGORIAS Filme

InterCon 2009

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intercon

Falta menos de um mês para começar o InterCon 2009, maior evento nacional sobre tecnologia, criação e empreendedorismo digital. O evento será dia 07 de novembro, no hotel Reinassance, em São Paulo, e terá grandes nomes da web como palestrantes. Entre os confirmados, estão Bob Wollheim, Cazé Peçanha, Luli Radfahrer, Maurício de Souza e Paulo Henrique Amorim.

Este ano teremos seis grandes áreas, dividas em:

  • Criação Interativa
  • Desenvolvimento e Tecnologia
  • Empreendedorismo Digital
  • Era Digital
  • Mídia Digital & Negócios
  • Mobilidade

O foco deste ano, a “experimentação”, casa perfeitamente com o intuito do evento, que é refletir sobre os novos usos das ferramentas voltadas para a web. As inscrição podem ser feitas aqui.

Faris Yakob: Latência Cultural

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Em um recente artigo, Faris Yakob discute a relação entre a latência de um produto e sua vida útil. Segundo ele, quanto mais rápido os meios se comunicam, mais rápido um produto alcança o topo das paradas e vira hit. A consequência disso é que logo em seguida outro produto chega e toma a posição do primeiro, fazendo com que o produto inicial saia rapidamente de circulação. Esse processo muda radicalmente como a propaganda deve ser executada, com prazos limitados e uma boa noção de timing. Sendo assim, surgem as dúvidas: essa rapidez na divulgação é boa até que ponto? A agilidade é a grande responsável pela queda na qualidade dos produtos (a música, por exemplo)? Pense a respeito e pitaqueie a vontade!

Faris Yakob é EVP Chief Technology Strategist da McCann Erickson e autor do livro The Age of Conversation.

Veja o artigo no CHMKT, publicado originalmente na revista Fast Company, clicando aqui.

Pitaco do Wagner:
O lançamento de um produto normalmente exige elevados investimentos em pesquisa de mercado. O desafio para garantir sua perenidade, sob o ponto de vista mercadológico, é manter o frescor da novidade em todo o material da campanha. Em uma ação coordenada com imprensa, como fazemos para nossos clientes na Accenda, as mensagens também devem ser alinhadas nos releases, posts, orientação para porta-vozes e entrevistas.
Essa deveria ser a forma de trabalho integrado na comunicação, mas poucas agências oferecem isso.

Pitaco do André:
Interessante o ponto de vista do Wagner. Essa agilidade pode ser algo ruim em alguns casos, mas em diversos outro ela é muito importante. Como o próprio Faris cita, as manifestações mundo afora seriam completamente abafadas se essa agilidade não existisse. Então, no final das contas o saldo torna-se positivo.

CATEGORIAS Artigos

Planejamento segundo Ulisses Zamboni

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O presidente do Grupo de Planejamento, Ulisses Zamboni, concedeu uma entrevista ao CENP em Revista de Junho e fala um pouquinho sobre a postura de um planejador nos diversos modelos de agências existentes, das multinacionais às pequeníssimas. Segundo Zamboni, as pequenas agências tem um grande trunfo quando o assunto é planejamento: a ausência de burocracia. Desta forma, consegue-se entender planejamento como algo orgânico e não como um departamento. Por esse motivo, todas as pessoas podem se envolver no processo e alcançar bons resultados. Sobre o perfil do planejador, Ulisses deixa claro que a pessoa deve ser, acima de tudo, criativa e fora dos padrões. A “despadronização” abre a mente do planejador e faz com que ele busque sempre novos caminhos para comunicar-se. Esse pensamento é de suma importância quando o cliente tem um produto considerado “comum”. Ele também deixa claro que afastar-se dos modelos de comunicação já existentes é um erro, e que identificar os problemas para encontrar estratégias diferenciadas é o melhor caminho para o sucesso. O pitaco debate os pontos de vista adotados por Zamboni e sobre o papel do planejador nas agências. Bom pitaco!

Veja a CENP em Revista completa clicando aqui.

Pitaco do André:
Olha, é difícil eu concordar 100% com a opinião de uma pessoa, mas dessa vez tenho que tirar o chapéu. A publicidade de hoje não depende mais de um único departamento (criação) e o planejador é imprescidível nas agências. Também concordo quanto a agilidade das pequenas agências, não é à toa que as “hotshops” são cada vez mais comuns, equipes menores, eficientes e entrosadas, capazes de entregar grandes demandas com qualidade e rapidez. Na publicidade, tamanho não é mais documento :-) .

Pitaco da Aline:
De fato esta nova realidade de uma equipe enxuta já havia chamado a minha atenção pois os escritórios de design tem seguido esse “modelo” e tem obtido sucesso.O que o Ulisses Zamboni disse é algo a se pensar muito, ainda mais quando se fala em resultados. Eu sempre levei bronca por ser fora do padrão demais, quem sabe não seja uma coisa boa? finalmente :p

Pitaco do Wagner:
Acredito que toda estrutura enxuta valorize os talentos individuais. E isso vale também para o mercado publicitário (por que deveria ser diferente?). A grande sacada aqui é a ausência da burocracia (porque não faz falta mesmo) em pequenos times. Choveu no molhado, mas a água dessa chuva tem um cheiro de novo. As pequenas e pequeníssimas (empresas ou agências etc) têm o poder do frescor que os gigantes já perderam. E não há sabonete ou desodorante que renove esses odores das grandes.

CATEGORIAS Advertising, Mercado

A comunicação pós-2.0

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O tema que propomos é o que chamaria inicialmente de comunicação pós-2.0.

Depois das facilidades proporcionadas por tecnologias das mídias sociais como twitter e envio de filmes pelo celular, que permitem por exemplo a divulgação em minutos de fatos que acontecem do outro lado do planeta (como a rebelião do pós-eleitoral no Irã),  a comunicação ganha uma outra dimensão, mais ampla e muito mais incontrolável.

A intenção neste post é abordarmos rapidamente a importância do caráter regional da comunicação e as facilidades que a tecnologia permite. Se antes as pessoas buscavam informações no rádio, no jornal e na TV. Atualmente, os fatos daqui ou do outro lado do mundo estão mais acessíveis.

A imprensa regional está despertando para a importância de aprimorar a cobertura e a divulgação dos acontecimentos locais também nas mídias sociais. As agências de publicidade e os anunciantes exercem papel fundamental e estratégico como agentes que viabilizam economicamente o fortalecimento dos meios de comunicação e a liberdade que a imprensa necessita ter para a maturação da democracia.

Pitaco do André:

O que acontece agora é algo que nunca vimos antes: mídia com cobertura regional e alcance mundial. Assim conseguimos saber o que acontece em regiões antes desconhecidas por nós. As várias formas de nos comunicarmos anula qualquer tentativa de corte nas comunicações, pois sempre existe uma nova alternativa. O avanço tecnológico veio para acabar de vez com a censura.

Pitaco da Aline:

Censura sempre vai exisitir, caro André. Pode ser no forma de bloqueio tecnológico mesmo ou quando se gera um bloqueio nas motivações em fazer notícia.

A repressão pscicológica é uma arma poderosa como foi comprovado na Alemanha Nazista, ou na Ditadura no Brasil ou em muitos outros países, ainda hoje.

Mas de fato, a comunicação 2.0 veio para alterar de modo irreversível o mundo. Seja para divulgar o último flip de skate do primo do vizinho, ou para anunciar um motim contra o Sarney em plena praça pública.