O tema que propomos é o que chamaria inicialmente de comunicação pós-2.0.
Depois das facilidades proporcionadas por tecnologias das mídias sociais como twitter e envio de filmes pelo celular, que permitem por exemplo a divulgação em minutos de fatos que acontecem do outro lado do planeta (como a rebelião do pós-eleitoral no Irã), a comunicação ganha uma outra dimensão, mais ampla e muito mais incontrolável.
A intenção neste post é abordarmos rapidamente a importância do caráter regional da comunicação e as facilidades que a tecnologia permite. Se antes as pessoas buscavam informações no rádio, no jornal e na TV. Atualmente, os fatos daqui ou do outro lado do mundo estão mais acessíveis.
A imprensa regional está despertando para a importância de aprimorar a cobertura e a divulgação dos acontecimentos locais também nas mídias sociais. As agências de publicidade e os anunciantes exercem papel fundamental e estratégico como agentes que viabilizam economicamente o fortalecimento dos meios de comunicação e a liberdade que a imprensa necessita ter para a maturação da democracia.
Pitaco do André:
O que acontece agora é algo que nunca vimos antes: mídia com cobertura regional e alcance mundial. Assim conseguimos saber o que acontece em regiões antes desconhecidas por nós. As várias formas de nos comunicarmos anula qualquer tentativa de corte nas comunicações, pois sempre existe uma nova alternativa. O avanço tecnológico veio para acabar de vez com a censura.
Pitaco da Aline:
Censura sempre vai exisitir, caro André. Pode ser no forma de bloqueio tecnológico mesmo ou quando se gera um bloqueio nas motivações em fazer notícia.
A repressão pscicológica é uma arma poderosa como foi comprovado na Alemanha Nazista, ou na Ditadura no Brasil ou em muitos outros países, ainda hoje.
Mas de fato, a comunicação 2.0 veio para alterar de modo irreversível o mundo. Seja para divulgar o último flip de skate do primo do vizinho, ou para anunciar um motim contra o Sarney em plena praça pública.