Amazon muda estratégia para Kindle

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Quando foi lançado, o Kindle custava US$ 359. Um valor que não o deixava muito competitivo. Em julho deste ano a Amazon percebeu que o preço não foi muito aceito e reduziu o valor para US$ 299. Em seguida veio uma segunda redução, agora para US$ 259. Se compararmos com o valor inicial, a redução chegou a exatos US$ 100 em apenas alguns meses.

Recentemente, a Amazon anunciou que estava expandindo a área de vendas do Kindle para fora dos EUA, incluindo Brasil. A notícia chegou com bons olhos, já que o mercado dos e-readers é promissor e o mundo todo comenta sobre o assunto. O problema é que o leitor internacional seria vendido por US$ 299, mais caro que o americano. Vendo que as coisas novamente não dariam certo, a Amazon acaba de tomar sua última decisão: igualou os preços para USS$ 259.

Para o curiosos, aí vai um vídeo de apresentação do Kindle 2, última versão do leitor:

Acredita-se que a manobra tenha ocorrido graças ao anúncio do e-reader da Barnes & Noble, o Nook, que já chegou sendo mais elogiado que o próprio Kindle. Se você ainda não conhece o Nook, então veja o vídeo abaixo:

A esperança agora é que o Nook chegue logo ao Brasil e que a concorrência faça os preços caírem ainda mais.

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Google ataca em mais um campo

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Pessoal, a briga pelo mercado de e-books está cada vez maior. Agora foi a vez do Google mover suas peças. A empresa acabou de anunciar que vai investir no lançamento de uma loja online espacializada em e-books. A diferença é que este livros serão compatíveis com qualquer equipamento que possua um browser. Jogada com a cara da empresa, entrar em um ramo já conhecido, porém com uma abordagem mais aberta do que a concorrência. O serviço, chamado Google Editions, está previsto para começar no primeiro semestre de 2010.

Agora, repare em três pontos importantes:

  • A Amazon é a gigante deste mercado, inclusive com seu próprio leitor,
    o Kindle.
  • A Barnes & Noble anunciou que pretende lançar seu próprio e-reader.
  • O Google anuncia que vai abrir sua própria loja.

Interessante, não? O mercado promete grandes disputas ou até mesmo parcerias, e as primeira mudanças devem acontecer em breve. Melhor ainda é saber que o mercado literário, na minha opinião, só tem a ganhar com esse tipo de concorrência.

Talvez estejamos a um passo de presenciar outro boom global: o boom literário.

Via Mashable.

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E-readers terão o seu “momento iPod” em breve.

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Segundo reportagem da Adweek aqui, os recentes E-readers não estão muito longe de alcançar o estrelato. 37% dos entrevistados demonstraram interessem em adquirir o produto, enquanto 40% disseram ter pouco ou nenhum interesse. Esse número deve-se ao fato das pessoas sentirem prazer em possuir livros físicos. O preço dos aparelhos também tem forte influencia negativa.

De acordo com o estudo, apenas algumas barreiras precisam ser derrubadas para que esse momento ocorra.

O pitaco discute agora como será a relação dos e-readers com os livros e jornais físicos. Eles irão coexistir e até mesmo se ajudar ou é mais um passo rumo ao desaparecimento dos meios analógicos? Pense a respeito e bons Pitacos.

Pitaco do André:

Escrevi um artigo ontem sobre isso que pode ser lido aqui. Eu acho que eles vão coexistir principalmente pelo fato de livros não serem descartáveis, que é o caso de um jornal (físico). É possível até que a chegada dos e-reader impulsionem as vendas dos meios analógicos. Mas ainda é cedo para tirarmos conclusões sobre isso :)

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