As Marcas Mais Sociais de 2009

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A Vitrue é uma empresa especializada em mídias sociais que oferece soluções para marcas que desejam posicionar-se no mundo digital. Recentemente eles liberaram um estudo com as 100 marcas que mais se preocuparam com sua imagem na internet em 2009. O estudo é baseado na análise diária de mais de 2000 marcas sobre tudo o que acontece no mundo virtual – blogs, microblogs, fotos, vídeos, etc – e que está relacionado a qualquer uma dessas marcas.

A lista, que você confere logo abaixo, está recheada com marcas de diferentes segmentos, o que prova como a imagem na internet já é uma preocupação mundial. Para efeitos de comparação, o mesmo estudo realizado em 2008 pode ser visto aqui.

A lista:

1. iPhone
2. Disney
3. CNN
4. MTV
5. NBA
6. iTunes
7. Wii
8. Apple
9. Xbox
10. Nike
11. Starbucks
12. NFL
13. PlayStation
14. Adidas
15. BlackBerry
16. Sony
17. Mercedes
18. Microsoft
19. Samsung
20. BMW
21. Nintendo
22. Best Buy
23. ESPN
24. Ford
25. Honda
26. Ferrari
27. Gucci
28. Nokia
29. Major League Baseball
30. Dell
31. Coca-Cola
32. CBS
33. ABC
34. iPod
35. Mac
36. Turner
37. Nissan
38. Toyota
39. eBay
40. Amazon
41. Victoria’s Secret
42. Nutella
43. NASCAR
44. Disneyland
45. Audi
46. NHL
47. Red Bull
48. Verizon
49. Intel
50. Subway
51. Hewlett-Packard
52. Puma
53. Kia
54. Fox News
55. Porsche
56. Jeep
57. Dodge
58. Pandora
59. Walmart
60. Zappos
61. Suzuki
62. McDonald’s
63. Krystal
64. T-Mobile
65. Skittles
66. KFC
67. Volkswagen
68. NBC
69. Sprint
70. Pixar
71. Motorola
72. IKEA
73. Pepsi
74. Cisco
75. REI
76. LG
77. AT&T
78. Converse
79. The Gap
80. Chevrolet
81. Louis Vuitton
82. Toys”R”Us
83. H&M
84. Philips
85. General Motors
86. Pringles
87. Visa
88. Prada
89. Panasonic
90. IBM
91. VH1
92. Hulu
93. Oracle
94. Burberry
95. SEGA
96. Sears
97. Avon
98. Jet Blue
99. Lacoste
100. Comcast

Via Vitrue e Info.

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Pesquisa: Americanos consomem 34gb de informação diariamente

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Um estudo da Universidade da Califórnia revelou que um americano consome cerca de 34gb de informações todos os dias. Outro dado interessante é que, em média, 100 mil palavras são vistas diariamente. Detalhe: isso não significa que as 100 mil palavras são lidas, apenas que elas passam pelos olhos e ouvidos das pessoas.

Mas de onde vem essa informação? De todos os lugares. O estudo mostra as seguintes porcentagens para cada veículo:

  • All TV: 44.85%
  • Radio: 10,59%
  • Phone: 5,24%
  • Print: 8,61%
  • Computer: 29,97%
  • Computer Games: 2,44%
  • Movies: 0.20%
  • Recorded Music: 1,11%

O que podemos concluir disso tudo:

  • A TV ainda é a grande responsável pelas informações absorvidas diariamente. Apesar disso, os computadores já representam uma fatia bem grande em nosso consumo.
  • Apesar do estudo ser apenas com americanos, a globalização dos meios de comunicação permite que esses dados possam ser utilizados para nos basearmos aqui no Brasil (claro que com suas devidas adaptações e ressalvas).
  • As pessoas estão definitivamente com sede de informações e buscam cada vez mais conteúdo.
  • Um último dado interessante: desde 1980, o consumo de informações vem crescendo 6% ao ano, um total de 350% nos último 28 anos (números baseados até 2008).

Para quem ainda não acreditava no boom da comunicação e na capacidade das pessoas em criar e consumir conteúdo, esses dados dão uma noção de como estamos evoluindo rápido. E se você tem algo a acrescentar ou gostaria de discutir sobre esse estudo, não deixe de comentar.

Para conferir a pesquisa completa, veja os posts do Mashable, NYTimes e o site da Universidade da Califórnia.

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CNN: As 5 Chaves Para a Inovação

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Um estudo nos EUA pode ter revelado dicas preciosas para aqueles que desejam ser mais criativos e inovadores em suas funções. O site da CNN divulgou essa semana um estudo realizado durante seis anos por professores da Harvard Business School, Insead e Brigham Young University.

O estudo entrevistou mais de 3000 executivos e 500 empreendedores inovadores, incluindo gigantes como Jeff Bezos, fundador da Amazon e Michael Dell, da Dell Computadores.

Dessas entrevistas nasceu um artigo que contém as 5 chaves da inovação:
Associação: Ter a habilidade de conectar idéias aparentemente não relacionadas, o que acarreta em novas idéias.

Questionamento: Estes inovadores estão sempre fazendo perguntas e questionando pessoas e idéias.

Observação: Descobrir por meio da observação novos clientes e/ou potenciais negócios.

Experimentação: Sempre tentar novas idéias por meio de protótipos.

Networking: Normalmente as pessoas mais inovadoras buscam conversar e pedir opiniões para pessoas diferentes, além de ter uma ampla rede de relacionamento, o que garante perspectivas diferentes para suas idéias.

E um último dado interessante: A criatividade é cerca de 80% aprendida ou adquirida. É como exercitar um músculo. Quanto mais você trabalhar, melhor fica.

Para o estudo completo em inglês, veja o site da CNN.

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Estudo – Cansaço influencia hábitos de compra

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Segundo um estudo realizado entre universidades americanas e de Hong Kong e publicado no Journal of Marketing Research, pessoas que estão cansadas tendem a confiar mais em seu julgamento sobre a publicidade do que aquelas que estão descansadas. Vale lembrar também que esta confiança pode ser positiva ou negativa.

O estudo dividiu um grupo de pessoas entre cansados e descansados. Cada grupo analisou anúncios de bolacha e pasta de dente e anotou todas as suas reações e conclusões, inclusive se a decisão final foi de compra ou não. Quando comparados, os resultados de compra foram semelhantes, mas com algumas ressalvas. As pessoas que estavam cansadas se mostraram muito mais confiantes em suas decisões. Com relação a disposição de compra, o grupo dos cansados estava mais disposto que os descansados.

Segundo Derek Rucker, professor da Kellogg School of Management, “Talvez seja mais interessante tentar atingir o público em momentos em que ele está mais cansado, como depois do trabalho”.

Mas o estudo tem seus riscos. Como as avaliações são mais confiantes tanto para o lado positivo quanto para o lado negativo, a qualidade dos anúncios deve garantir que as avaliações sejam sempre boas.

Pitaco do André.

Pode parecer bobo, mas me lembrou uma coisa aqui. Sabe quando você vai ao supermercado antes ou depois de comer alguma coisa? Quando você está com fome, tudo parece mais bonito e apetitoso. Se você vai após o almoço ou lanche, as chances de você comprar as mesmas coisas são mínimas.

FGV – Cursos Online Gratuitos

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fgv_pitaco

Está disposto a estudar e não pagar nada por isso? Então você veio ao lugar certo. a FGV – Fundação Getúlio Vargas – é a primeira instituição brasileira a se tornar membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), consórcio de instituições de ensino presente em diversos países que oferece cursos e materiais didáticos gratuitos na internet. Veja a relação de opções abaixo.

- Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial – carga horária de 5h

Balanced Scorecard (novo!)

Conceitos e Princípios Fundamentais do Direito Tributário (novo!)

Consultoria em Investimentos Financeiros – Intermediação Financeira (novo!)

Direito do Trabalho – Contratação do Trabalhador (novo!)

Fundamentos da Gestão de Custos (novo!)

Gestão de Pessoas – Motivação nas Organizações (novo!)

Processo de Comunicação e Comunicação Institucional (novo!)

Estratégia de Empresas – Introdução à Administração Estratégica

Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – História da Questão Ambiental

Gestão de Marketing – Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços

Gestão da Tecnologia da Informação – TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos

- Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia – carga horária de 5h

Técnicas de Gerência de Projetos – Gerenciamento do Escopo do Projeto

Metodologia de Pesquisa – Conhecimento, saber e ciência

- Cursos em áreas de conhecimento diversas – carga horária de 15h

Metodologia do Ensino Superior – Universidade e Sociedade

Ciência e Tecnologia

Diversidade na Organização

Ética Empresarial

- Cursos para professores do Ensino Médio – carga horária de 30h

Recursos Humanos

Filosofia

Sociologia

Interessou em algum deles? Então dê uma olhadinha aqui e saiba como se inscrever nos cursos.

CATEGORIAS Internet, Notícias

Estudo | Empresas investem em mídias sociais

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Um estudo realizado nos EUA revelou que 94% das empresas entrevistadas vão investir em mídias sociais apesar da recessão. Os principais alvos de investimento são os blogs, microblogs e wikis. As informações são do site eWeek.

A pesquisa foi feita pela Deloitte, uma das maiores empresas de auditoria do mundo, e pesquisou cerca de 400 companhias. Um dado curioso é que as comunidades cultivadas por essas empresas variam de 100 até mais de 1 milhão de membros

É importante perceber como a visão dos empresários anda mudando nos últimos anos. O que poderia ser considerado apenas uma moda passageira acabou tornando-se fundamental para as companhias. Eles enxergaram que o consumidor sempre foi social, apenas não tinha os meios certos para divulgar seus pensamentos. Agora que eles o possuem, é impossível ignorar e fingir que nada está acontecendo.

Twitter e Facebook estão no topo da lista, fazendo com que algumas empresas comecem a criar serviços semelhantes para serem usados internamente.

Apesar do crescente investimento, os entrevistados disseram ter dificuldades em “segurar” seus colaboradores, permitindo que eles retornem e deêm suas opiniões. Este é justamente o próximo desafio delas.

CATEGORIAS Pesquisa

Idosos melhoram o atendimento das lojas

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A Universidade de Lancaster, no Reino Unido, publicou um estudo envolvendo 400 lojas da marca McDonald`s concluiu que empregar pessoas com idade acima de 60 anos melhora a satisfação com o estabelecimento.

A pesquisa indicou que os empregados com idade mais avançada eram bem recebidos pelo consumidor e atendiam de forma eficaz, além de gerenciar melhor os funcionários mais novos.

Na rede McDonald’s, usada como base para a pesquisa, mais de 1000 pessoas com idade acima de 60 anos estão empregadas e causam um impacto gigantesco na melhoria dos níveis de satisfação das lojas.

Você pode conferir o estudo no próprio site da universidade clicando aqui.

CATEGORIAS Mercado

Math Marketing: A Matemática e Seus Usos no Futuro

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A matemática é responsável, junto com outros campos das ciencias exatas, por todas as tarefas realizadas pelos seres humanos diariamente. Seguindo esta lógica, Dimitri Maex, da Ogilvy & Mather Worldwide, escreveu um relatório detalhando todas as funçoes do Math Marketing na empresa, a origem da expressao, os desafios par ao futuro, quais as melhores formas de se organizar com o Math Marketing para obter ROI maiores e muitos outros detalhes. Leitura imperdível. Para acessar, clique aqui.

CATEGORIAS Artigos, Marketing

GfK – A confiança nos profissionais

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Segundo pesquisa realizada pelo instituto alemão GfK, o nível de confiança nos publicitários e jornalistas aqui no Brasil atingiu 65% e 66%. Já os dados na Europa e EUA foram bem menores, alcançando apenas 28% e 41%. O tema de discussão do Pitaco é justamente esse: se as pessoas não confiam nos publicitários e jornalistas, porque as mensagens passadas por eles funcionam?

Veja a reportagem original aqui.

Pitaco do André:

Acho que as pessoas não acreditam nos publicitários justamente por termos aquele esterótipo de mentiroso e manipulador. Isso ainda acontece em alguns casos, mas a mudança de posição do consumidor impede, e muito, que a publicidade seja manipulada, pois qualquer indício de fraude acarreta um efeito negativo que atinge ma escala global e destrói a reputação de um produto em pouco tempo. Para ser publicitário hoje em dia a pessoa deve entender que ela também é consumidora, e enganar alguém é enganar a si mesma. Fiz um artigo sobre esse tema no site Casadogalo.com.

Pitaco do Wagner:

Acho que não dá para colocar na mesma cesta de confiança os números de Europa e EUA com os do Brasil. Lá no primeiro mundo, o leitor/expectador é muito mais consciente, consome informações em volume e qualidade incomparavelmente maior do que aqui. Só por esse motivo, o senso crítico os tornam mais rigorosos. No Brasil, entre outros infindáveis motivos, jornalistas e publicitários são tratados como famosos pelas pessoas. Este cara aqui até já distribuiu autógrafo…

Pitaco do Gustavo:

Os dados da pesquisa da GfK, no que se refere à credibilidade de jornalistas, reflete em boa medida as conclusões da pesquisa da Nielsen, publicada aqui no Pitaco há alguns dias (aqui), que fala sobre a confiança dos consumidores nos diversos tipos de mensagens publicitárias.  A confiança, nos jornais por exemplo, decresceu 2% nos últimos dois anos e a baixa confinaça nos jornalistas confirma esta tendência.

Quanto ao publicitário, a baixa credibilidade vem, na minha opinião, da eterna parcialidade.  O publicitário está sempre defendendo uma idéia, um produto. Eu, sinceramente, não vejo relação entre a baixa credibilidade do publicitário e o sucesso das campanahs, por um motivo muito simples: quem de nós (está bem, nós não somos parâmetro), ou melhor, quem além de nós publicitários pensamos algo como: “nossa, que anúncio fantástico, quem será que fez?  será que a agência é confiável?”  Ninguém.  As pessoas simplesmente se encantam, se emocional, se convencem – ou não.  A marca e a própria propaganda carregam sua bagagem de credibilidade.

Já falando da diferença entre os resultados no Brasil e na Europa e nos EUA, concordo plenamente com o Wagner.

CATEGORIAS Pesquisa

Qual a propaganda mais confiável?

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O instituto Nielsen realizou um estudo sobre as formas mais confiáveis de publicidade online, com resultados interessantes. Cerca de 90% dos entrevistados revelaram que a forma mais confiável de publicidade é a opinião de conhecidos, enquanto 70% acreditam em opiniões na web. Aqui aparece um dado importante: a confiança nos sites oficiais das marcas também ganhou a confiança de 70% dos entrevistados. A pesquisa também indica que o país que mais acredita na opinião de usuários da internet é o Vietnã, enquanto os países latino-americanos confiam mais nos patrocínios esportivos (Colômbia e Venezuela com 81% e Brasil com 79%). Estes números apontam a necessidade de focos diferenciados para países diferentes. Os pitaqueiros agora vão debater a maneira com que esses números afetam a publicidade mundial e até que ponto a comunicação pode avançar sem comprometer as marcas. Bom pitaco!

Veja o PDF com a pesquisa original aqui.

Pitaco do Wagner:
A grande jogada da confiança é a referência. Acreditamos em quem conhecemos. É inegável. Quem nunca optou por uma determinada grife ou produto após ouvir um comentário positivo de algum amigo? No mundo 2.0, a web é o eco da sociedade e o consumidor vai pela maioria. Já trabalhei na divulgação de pesquisas sobre credibilidade de marcas com abrangência mundial e os resultados variam muito pouco de país para país. Vale aqui o velho mas atual ditado: “A voz do povo é a voz de Deus”.

Pitaco da Aline:
Essa pesquisa faz muito sentido. Brasil é o país do futebol, como não acreditar nos patrocínios esportivos?
E sem sombra de dúvida, eu confio em quem conheço, pois há a credibilidade (e a possibilidade de xingar caso a recomendação tenha sido um lixo).

Pitaco do André:

Eu tenho um hábito diferente. Normalmente eu pesquiso com amigos e depois vou pra internet conferir se a opinião deles bate com a de outras pessoas. Se isso acontece, ótimo, eu compro. Quando as opiniões divergem, eu faço uma pesquisa mais detalhada sobre o produto em questão e depois vejo o que tem mais peso. Sempre que posso, vejo fotos ou vou até uma loja física para experimentar o produto. Este é o melhor hábito possível e eu o realizo sempre que possível. Só acho engraçado que os brasileiros não apareçam nesse dado, ficando apenas no patrocínio esportivo. Agora, uma coisa é certa: foco na publicidade é tudo, né? Simplesmente não dá pra comparar brasileiro com vietnamita, ainda mais quando não combinamos nem com os vizinhos argentinos :D

Pitaco do Gustavo:
Os websites não morreram!  Ao contrário do que muitas pessoas andam dizendo, eles estão mais firmes do que nunca e são a melhor forma de uma marca construir credibilidade na rede.

Este, para mim, é o principal resultado da pesquisa.  Que as pessoas têm grande confiança no que as outras dizem, principalmente daquelas que conhecem, não há dúvidas.  Somos, desde sempre, inconscientemente induzidos pela opinião alheia.  E os publicitários sabem muito bem disso e usam depoimentos de personalidades para dar credibilidade a produtos desde que a publicidade foi inventada.

O que mudou é que agora somos milhões de pessoas dando depoimentos e dizendo nossas opiniões para que todos leiam, vejam e ouçam.  As marcas perderam o controle sobre o que é dito sobre elas.  Isso força uma mudança radical de postura.  Os departamentos de marketing e as agências vão ser obrigados a não apenas planejar, mas a monitorar e reagir.  E reagir rápido seja para aproveitar uma oportunidade, seja para amenizar crises de reputação.

Monitorar e reagir, principalmente em momentos de crise, sempre ficou a cargo das empresas especializadas em relações públicas e assessoria de imprensa, mas agora acredito que estas funções também passarão a ser preocupações das agências.  Não é por acaso que grandes grupos de comunicação possuem seus braços de relações públicas, como é o caso da Ogilvy PR.  Relações públicas e publicidade, mais do que nunca, vão ter que andar de mãos dadas.