Estudo | Empresas investem em mídias sociais

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Um estudo realizado nos EUA revelou que 94% das empresas entrevistadas vão investir em mídias sociais apesar da recessão. Os principais alvos de investimento são os blogs, microblogs e wikis. As informações são do site eWeek.

A pesquisa foi feita pela Deloitte, uma das maiores empresas de auditoria do mundo, e pesquisou cerca de 400 companhias. Um dado curioso é que as comunidades cultivadas por essas empresas variam de 100 até mais de 1 milhão de membros

É importante perceber como a visão dos empresários anda mudando nos últimos anos. O que poderia ser considerado apenas uma moda passageira acabou tornando-se fundamental para as companhias. Eles enxergaram que o consumidor sempre foi social, apenas não tinha os meios certos para divulgar seus pensamentos. Agora que eles o possuem, é impossível ignorar e fingir que nada está acontecendo.

Twitter e Facebook estão no topo da lista, fazendo com que algumas empresas comecem a criar serviços semelhantes para serem usados internamente.

Apesar do crescente investimento, os entrevistados disseram ter dificuldades em “segurar” seus colaboradores, permitindo que eles retornem e deêm suas opiniões. Este é justamente o próximo desafio delas.

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Você sabe como funciona o Agile Marketing?

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Confira abaixo a aprensetação de slides na íntegra, apresentada na Confraria de Marketing que aconteceu hoje, na ESAMC, sobre Agile Marketing, nova tendência no mundo dos negócios.

Pitaco na CBN #3

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Nizan Guanaes, dono do maior grupo publicitário do Brasil, declarou recentemente que tem voltado sua atenção para emergentes locais, como Pernambuco e Bahia.  Um sinal claro de interesse em mercados regionais.

Não há dúvida de que a publicidade será cada vez mais regionalizada. Por dois motivos: primeiro porque, hoje, as pessoas exigem uma postura mais próxima das marcas.  Esta tenência foi impulsionada pela Intenet que deu voz às pessoas e permitiu  a realização de ações que conversam quase que individualmente com elas.

Segundo porque em mercados regionais existem grandes empresas, que precisam estar preparadas para competir nacionalmente e que possuem o mesmo nível de exigência dos grandes anunciantes sediados no eixo Rio-São Paulo.

Esta migração dos invetimentos para os mercados regionais é uma oportunidade única para Campinas.  Nós sabemos como os mercados regionais funcionam porque vivemos em um e criamos estratégias de comunicação que falam especificamente para quem mora aqui.

Temos potencial para expandir esta habilidade de criar campanhas locais para qualquer região do Brasil.  Isso nos dá um imenso diferencial competitivo e pode colocar Campinas em uma posição de destaque no mercado publicitário nacional.

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GfK – A confiança nos profissionais

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Segundo pesquisa realizada pelo instituto alemão GfK, o nível de confiança nos publicitários e jornalistas aqui no Brasil atingiu 65% e 66%. Já os dados na Europa e EUA foram bem menores, alcançando apenas 28% e 41%. O tema de discussão do Pitaco é justamente esse: se as pessoas não confiam nos publicitários e jornalistas, porque as mensagens passadas por eles funcionam?

Veja a reportagem original aqui.

Pitaco do André:

Acho que as pessoas não acreditam nos publicitários justamente por termos aquele esterótipo de mentiroso e manipulador. Isso ainda acontece em alguns casos, mas a mudança de posição do consumidor impede, e muito, que a publicidade seja manipulada, pois qualquer indício de fraude acarreta um efeito negativo que atinge ma escala global e destrói a reputação de um produto em pouco tempo. Para ser publicitário hoje em dia a pessoa deve entender que ela também é consumidora, e enganar alguém é enganar a si mesma. Fiz um artigo sobre esse tema no site Casadogalo.com.

Pitaco do Wagner:

Acho que não dá para colocar na mesma cesta de confiança os números de Europa e EUA com os do Brasil. Lá no primeiro mundo, o leitor/expectador é muito mais consciente, consome informações em volume e qualidade incomparavelmente maior do que aqui. Só por esse motivo, o senso crítico os tornam mais rigorosos. No Brasil, entre outros infindáveis motivos, jornalistas e publicitários são tratados como famosos pelas pessoas. Este cara aqui até já distribuiu autógrafo…

Pitaco do Gustavo:

Os dados da pesquisa da GfK, no que se refere à credibilidade de jornalistas, reflete em boa medida as conclusões da pesquisa da Nielsen, publicada aqui no Pitaco há alguns dias (aqui), que fala sobre a confiança dos consumidores nos diversos tipos de mensagens publicitárias.  A confiança, nos jornais por exemplo, decresceu 2% nos últimos dois anos e a baixa confinaça nos jornalistas confirma esta tendência.

Quanto ao publicitário, a baixa credibilidade vem, na minha opinião, da eterna parcialidade.  O publicitário está sempre defendendo uma idéia, um produto. Eu, sinceramente, não vejo relação entre a baixa credibilidade do publicitário e o sucesso das campanahs, por um motivo muito simples: quem de nós (está bem, nós não somos parâmetro), ou melhor, quem além de nós publicitários pensamos algo como: “nossa, que anúncio fantástico, quem será que fez?  será que a agência é confiável?”  Ninguém.  As pessoas simplesmente se encantam, se emocional, se convencem – ou não.  A marca e a própria propaganda carregam sua bagagem de credibilidade.

Já falando da diferença entre os resultados no Brasil e na Europa e nos EUA, concordo plenamente com o Wagner.

CATEGORIAS Pesquisa

Chris Anderson: Free – The Future of a Radical Price

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O novo livro do jornalista Chris Anderson em breve chegará ao Brasil e com ele vem uma pergunta: o avanço tecnológico vai reduzir o preço dos produtos a zero?
Um modelo defendido por ele é que os produtos terão custo zero e serão disseminados ao redor do globo. Graças a este alcance, a publicidade será responsável em manter os custos que ainda existirem. Alguns assuntos como a pirataria e venda de músicas via internet também são discutidos. Como você imagina a economia mundial no futuro? A pirataria e o modelo gratuito coexistirão ou apenas um deles vai sobreviver? Pense a respeito e dê o seu pitaco.

Veja a reportagem original sobre o livro aqui.

Pitaco do André:
É óbvio que nem todas as coisas vão se tornar gratuidas. Basta olharmos para marcas como Ferrari. Eles tem uma lista de potenciais clientes e convidam essas pessoas a adquirir uma Ferrari. Acho que o “boom” dos gratuitos ficará mesmo nas áreas de entretenimento e informática, como filmes, músicas, livros e acessórios de computador. No mais eu ainda acho que a economia vai se manter como é.

Como fazer de seus colaboradores a voz da sua marca online

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Enquanto muitos profissionais de marketing tentam começar a entender como seus funcionários podem colaborar para valorizar a marca da empresa, a Smokey Bones, uma pequena rede de churrascarias composta por 68 unidades franquiadas da Flórida e costa leste, adotou uma prática inovadora: acrescentou uma segunda função a seus colaboradores: eles passaram a ser os marqueteiros sociais.

Confira a íntegra aqui.

Pitaco do André:

Fantástico. A idéia consegue incorporar o espírito da marca nos funcionários e, consequentemente, atinge os consumidores e potenciais consumidores. Só de ler a reportagem já deu vontade de conhecer essa rede.

Pitaco do Wagner:

A força de uma marca começa e vem de dentro para fora. As empresas que descobrem esse pote de ouro mais cedo tendem a faturar mais e melhor. E não digo somente faturamento em dinheiro. Isso é consequência.

Pitaco do Gustavo:

Na última apresentação que vi da Zeus Jones há um slide que diz muito sobre como grandes marcas devem ser construídas neste novo cenário de  baseado não em comunicação unilateral, mas em interações entre indivíduos: “Marcas modernas vivem no coração de seus empregados, não na cabeça dos seus consumidores”.

Cada vez damos mais valor a valores subjetivos no processo de compra.  Estamos preocupados com questões como qualidade e preço, mas prestamos atenção a outros aspectos como sinceridade, honestidade e principalmente a paixão demonstrada pela pessoa com qual interagimos.  Tudo isso faz parte da experiência de compra.

E se os funcionários estão motivados o suficiente para fazer propaganda do lugar onde trabalham, pode ter certeza de que qualquer pessoa que interagir com estas ações individuais ficará mais tranquila e motivada para ter uma experiência direta com a marca.

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